Rosa cor de rosa!

A Dona Rosa cor de rosa veio para brincar, dançar e cuidar de si. Nossa rosa da vez trabalha o arquétipo da donzela e, nos últimos dez anos atendendo mulheres, percebi a dificuldade que a maioria tem de viver esse arquétipo justamente porque fomos educadas para sermos guerreiras. Sempre trago aqui a ideia que vocês têm que “gostar de doce e ser dócil consigo mesma é sinal de fraqueza”, enquanto deveríamos pensar que ser dócil consigo mesma é um ato de resistência em meio a uma sociedade que nos diz que devemos esquecer de nós e silenciar quem somos para sermos cuidadoras de todos. Dona rosa rosada diz: Não viva um relacionamento abusivo consigo mesma! A sociedade tóxica já vai te abusar, não contribua com isso! Quando você se deixa para depois, quando acredita que todos precisam de ti, se alimenta mal ou deixa de dançar ou de ter um hobby, está abusando de si mesma! Como você quer relacionamentos saudáveis ou uma vida saudável ou se sentir bem e bonita se continua alimentando esse padrão miserável que impuseram a nós? Por mais que tenhamos questões sociais aí (sim, a sociedade é tóxica), comece a dizer SIM para você. Dona rosa pede “SEJA DOCE CONSIGO MESMA” ou continuará vítima dessa mentira e se entupirá de doces, pois de algum modo sua alma sabe que você precisa de docilidade. Amor próprio para não precisar viver acreditando que precisa agradar aos outros e fazer tudo para ser amada. Atenção, moça, isso não é amor! Amor de verdade é o que vem de dentro. Se nutra!


Afrodite é a cara da rosa cor de rosa e ela te deixa com algumas reflexões/ frases para você pensar:


“Quero controlar e dar conta de tudo para as pessoas acharem que precisam de mim”

“Quero fazer tudo perfeito para agradar a todos e ter amor”

“Quero fazer e saio me metendo em tudo para mostrar que sou “fodona” e, assim, as pessoas me amarem e me respeitarem”

“Preciso trabalhar muito e estar cansada para não sentir culpa por me cuidar ou descansar”

“Se cuidar e ser gentil consigo mesma é coisa de gente fraca”

“Preciso mostrar que sou forte e dou conta para ser admirada e as pessoas gostarem de mim”

“Quero fazer tudo e com perfeição, pois preciso da aprovação dos outros”

“Preciso ser aprovada pelos outros para me sentir segura”


Reflita sobre essas frases durante os próximos dias e perceba que todas elas giram e torno do “outro te amar”. Se você necessita do amor do outro para se sentir completa/preenchida é porque você não se ama. É comum ouvirmos que Afrodite é a deusa do amor, mas na verdade ela é a deusa do AMOR PRÓPRIO, do autocuidado. Ela nasce de uma concha/ ostra que, nas entrelinhas, representa uma vulva. Ela nasce acariciando a si mesma, sai deslumbrante de sua própria concha e vive seu amor próprio, a beleza de seu feminino. A mitologia grega, que já mostra sinais de machismo, deturpou o arquétipo de Afrodite trazendo em seus contos conteúdos machistas e depreciativos da mulher. Afrodite não é uma mulher carente por amor, muito menos uma mulher invejosa da beleza de outras mulheres. Alguns desses equívocos contribuíram para nossos padrões limitantes de ausência de amor próprio feminino. Reflita sobre as frases e sinta o perfume da rosa cor de rosa exalando no ar! Peça a ela a cura do seu amor próprio.

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